Foi um grande largo onde em 1811, quando Ponta Grossa era apenas uma vila com poucas casas, mas com uma grande movimentação de tropeiros, foi construído o cemitério e a capela São João Batista, no mesmo local da Praça Barão de Guaraúna. Acredita-se que a capela servia para oração e missa para os mortos que seriam enterrados.

Com a cidade crescendo o cemitério ficou pequeno além de estar num espaço que impedia a expansão urbana e, em 1865 os camaristas (vereadores) e moradores decidiram construir um novo cemitério e em 1893 o São João Batista foi desativado. O novo cemitério denominado São José  (conhecido atualmente como cemitério Municipal), foi instalado num lugar mais amplo e distante do foco da ocupação urbana. A capela São João Batista pouco tempo depois também foi demolida.

Outra igreja foi construída em 1897, a Igreja Sagrado Coração de Jesus, atualmente conhecida entre os populares como Igreja dos Polacos, era dedicada aos colonos poloneses para agrega-los já que eram muitos para seguirem seus próprios ritos de oração, principalmente podendo usar a língua polonesa.  A atual igreja,  foi construída entre a década de 1920 e

1930, em estilo gótico e com bastante referências a cultura polonesa em sua decoração como lírios nos vitrais e entalhado na madeira do altar.

Como outras praças, a Praça Barão de Guaraúna foi lugar de movimentações, festejos e por anos desde da década 1930 a 1960 era onde acontecia as feiras dos produtores agrícolas da região. Abrigou dos anos 1970 até 1987 paradas de ônibus de vários bairros. Teve em seu entorno importantes casas comerciais como a Loja João Vargas de Oliveira e também  a Rodoviária (ao lado da  Lotérica) até 1968.