A Praça Barão do Rio Branco é um lugar que  testemunhou o crescimento efetivo da cidade. Nela teve um grande largo onde aconteciam as famosas cavalhadas (brincadeiras durante os dias da Festa do Divino Espírito Santo) também teve a capela do Rosário em estilo colonial jesuítica que foi construída em 1852, era dedicada a comunidade de negros, composta ainda por escravos, sendo em 1940  demolida e construída a atual Paróquia Nossa Senhora do Rosário. Possuía chafarizes onde a população coletava água para abastecer suas casas, já  que o abastecimento público de água começou lentamente em 1915. 

A partir de 1920 foi ganhando elementos urbanos modernos e em sintonia com o que acontecia em cidades maiores, como: ajardinamento, parque infantil, concha acústica, fonte de água luminosa. Foi dividida, unida e dividida novamente.

Principais colégios da cidade por anos o Regente Feijó e Sant’Anna, depois São Luiz  foram construídos ao seu redor, levando aos alunos a usarem a praça para fazer educação física e atividades em datas comemorativas. Foi palco para comícios como o de Getúlio Vargas em 1950, shows, apresentações artísticas, manifestações efervescentes como a de 1982 onde a população foi contra a retirada das árvores pelo poder municipal para construção de um terminal de ônibus.

Mas seu maior uso foi como parada  de ônibus, primeiro no Ponto Azul um pedaço de terreno triangular em frente a praça de 1942 até 1967, e depois, em toda a volta da praça em que  as linhas que percorriam as vilas da cidade se encontravam, até 1993, quando o atual terminal começou a funcionar.